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Terça-feira, 22 de Novembro de 2005

Amanhecia…e eu compressas frias fazia….

A relação andava um pouco, como dizer, xoxa…
Era não só tentar fazê-la perceber que a amava, mas que investia na relação…e sei mais lá o quê, que ela me dizia que era preciso e sentia falta.
Andava nesses pensamentos e a tentar encaixar isso na nossa própria vida e no que fazíamos em comum, de modo a que não inventasse nada que me fizesse andar pendurado em candeeiros. Queria dar-lhe o sinal. Que não era tão depravado como ela me havia dito que lhe parecia, mas inovador na medida em que me armava em Professor Pardal, mas do sexo.
Vi até aquele programa que dá às segundas e preparei-me para o A,B,C Dário do sexo para tirar notas mentais.
Olhava a expressão ou comentava com ela o programa a tentar perceber o que a motivava e o que poderia dali “tirar” para mim…para nós.
As cabeças não me deram descanso…começaram a mostrar as posições animadas e a falar do sexo anal, do vaginal, oral e coisa que tal, que a de baixo tomou conta, à medida em que me apercebia que a minha cintura tem vontades que nem eu sabia existirem. Percepção consciente, de uma erecção crescente.
Já tenho sabido de gente que perde a cabeça, eu gosto e nutro verdadeiro amor pelas minhas.
Lá ouvi a doutora a dizer que temos de ser originais, apimentar (nesta parte lembrei-me do galheteiro mas o azeite não me cai bem e faz-me arrotar…e o vinagre caretas, ela ainda pensava que já não gostava dela…sim que as mulheres são muito sensíveis…), sejam originais no dia – a – dia.
Diz-me ela…amanhã vamos ao cinema?
Pensei, aqui está…caso prático.
Disse que sim...e que então se íamos teria uma surpresa para ela e lancei um olhar maroto…ela retorquiu com um de soslaio a raiar o preocupado. (se calhar, resultado de uma vez ela ter-se queixado do mesmo, que eu não lhe dava provas de amor…e eu ter entrado, ainda éramos namorados e ela vivia com os Pais…e quando fiz a surpresa, quando ela entrou no quarto já eu estava em pelota à espera dela…só que nessa noite a mãe dela ia dormir com ela….) Apenas uma vez e fiquei marcado! (Bom, quem me mandou cair em cima da colecção de cactos que a mãe dela tinha plantados por baixo da janela?)
Então disse que ela não se preocupasse e fosse encontrar-se comigo no cinema na sessão das 21 e tal…que eu chegava antes e comprava atempadamente os bilhetes.
E preparei-me psicologicamente para apimentar a nossa relação no escurinho do cinema.
Cheguei e comprei os bilhetes, embora me tivesse enervado com o Sr. que vendia os bilhetes.
Fui ao WC e como nem tempo tive de ir a casa, despi as calças e retirei os boxers que trazia vestidos e voltei a vestir as calças, depois de dar uma mijinha e ter sacudido convenientemente ( e para não molhar ou deixar nódoas nas calças que se notasse).
Sai, olhei para o relógio e vi que estaria quase a chegar o meu par.
Fui comprar as pipocas doces que ela prefere e como era para tornar algo perfeito e doce, comprei o pacote médio que assim também daria jeito para as desventuras no escuro.
Assim comprei, depois de ter quase esbarrado num pequeno fedelho que por ali andava…
Chegou o meu par. Ela notou a minha quase excitação de adrenalina..a outra tinha a ajuda do pacote das pipocas para não ver…
Eu confesso que estava um bocadito nervoso. Mas só porque não tinha levado B.I. e porque me vinha à cabeça a imagem da mãe dela a acenar a cabeça em tom de reprovação, tal qual como a encontrei o dia seguinte, ao fazer-me de desentendido da situação dos cactos e de me mostrar solidário com a incompreensão de quem e o porque de tão vil e digno de repúdio acto.
( a imagem da minha sogra também servia e estava em stand- by para me acabar e refrear a tesão.)
O meu falo, já estava pronto a cantar….
Entrámos e acomodámo-nos e ela olhava para mim com alguma suspeição da minha excitação quase frenética a puxá-la, não para os lugares habituais em que nos costumávamos sentar, mas… para outros, mas recônditos.
O filme começou e a minha acção também..depois de verificar que a atenção de todos estava naquela tela… comecei o meu plano.
Antes da sessão tinha-a entrelaçado em meus braços… e tinha dado uns beijos como os testes das ventosas que fazemos em fábrica… caramba, que belos beijos, que pareciam tratamentos de pele… para limpeza dos poros.
Lambuzados, afobados…e ela com os olhos admirados…mas, balbuciou algo e eu disse que estava a melhorar a relação, pois ela era o meu coração. Posto isto ela acabou por perceber, enternecer e aceder ao proposto. Entre pipocas adocicadas, umas palavras alinhavadas.
Peguei na mão dela e coloquei-a no meu colo… fi-la passar a mão, de modo a ela me sentir o tesão.
Já estava passadão a contorcer-me com tesão a ver se retardava a explosão.
E ela passava com a mão e abriu o botão… o fecho…para baixo et voilá, ficou ela com o falo erecto na mão. Movimentos cadenciados com respiração descompassada….também a acariciava, seios, pernas e onde a mão alcançava…. O problema aconteceu, porque o caramelo da pipoca amoleceu, o pêlo do falo colou, e uma catrefada de pêlos arrancou, apetecia-me gritar e não era de me vir, não….mas com a dor que aconteceu, não sei como a erecção permaneceu.
A fusão aumentou e a excitação acontecia, não fosse o dedo anelar atrapalhar. A sublime fantasia, depressa virou tortura, quando o anel de noivado que ela ostentava e levava para todo o lado, que pertencia à mãe…prendeu nos movimentos e os meus pêlos mesmo com pouco comprimento, me levaram a um sofrimento que me fez esticar e um pontapé dar em reflexo. O senhor da frente parecia descrente quando em grande agitação bradava de indignação. Se acharam poucochinho, haviam de ver, como lhe voou o capachinho. Escondi o falo, que estava lixado, no balde das pipocas e aquele milho e algum sal deram um final de ir parar ao hospital…
O pior de tudo foi, não ter ficado careca, pelado em sítios onde dificilmente me crescerá pêlo novamente, ter de levar com soluções para desencrustar, ou os exercícios de gelo….mas sim… a visão….palavra…palavra que vi…
Palavra que vi o acenar de cabeça dela… como o da mãe.
Amanhecia…e eu compressas frias fazia….


SeeUArround e afins...


publicado por Pontog às 21:47
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