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Terça-feira, 22 de Março de 2005

; - )

Mas gostava do puto.
Não deixava de nutrir uma simpatia, não imediata, mas intuitiva.
Também, o seu a seu dono: qualquer pessoa que me atura durante os “ataques” iniciais e a uma loucura "não enganosa" permanente merece algo mais. Nem que esse “mais” estivesse ligado a nós, pela premissa tempo.
Tempo para conhecimento. Mútuo.
Hoje em dia não é fácil. Conhecer ou darmo-nos a conhecer. (Falando por mim, já arquivei e registei várias vezes esta queixa, mas…azarito). Há assuntos sobre os quais não falei, nem falarei, mas creio que nem por isso uma amizade/conhecimento será menos válido ou denote menos confiança.
O Puto estava a ganhar espaço, o seu espaço. No meu espaço, no nosso espaço: meu e de Eros.
Era (e é) calmo, sereno…pachorrento…Perante tamanha instabilidade caseira, gabo-lhe a pachorra de ficar…
O Puto (nestas letras mais lamechas, logo, não Gajo) era sádico, masok ou começava a pensar do mesmo modo, porque senão e a bem da verdade: já se tinha atirado da janela. Não é que já não tivesse tentado, mas tenho bons reflexos e tinha-o agarrado ou dissuadido uma ou duas vezes.
(Sim, eu sei, neste momento devia ter ido ao médico, para que me assegurassem, que o tico e o teco funcionavam ainda ou se tinham sucumbido ao Fim do Mundo - mas quem disse que eu própria não sou um pouco masok? Hehehe).
A sua preocupação era: enternecedora. (exemplo: pela nossa saúde, daí que se tenha oferecido para fazer a limpeza do nosso espaço.) Preocupado, sempre preocupado, nem que fosse onde se sentava, não fosse incomodar.
Engraçado que para quem tinha “problemas” com espaços, até que se vislumbrava, porque dele transparecia um peculiar -até para ele estranho – à-vontade.
O Puto Que Sabia Sorrir era cativante, fosse qual fosse o ponto por que se visse, mirasse (ou seja: tinha um belo rabiosque) Era uma “excelsa” (acreditam que é termo do próprio?) figura. Era curioso, e gostava de entender.
Por vezes entramos em curto – (confesso que é apenas uma interessante escolha de palavra, não provocação) – circuito. Entretanto a eros ganha umas nuances brancas, que só podem ser sexys. Para se ter a ideia da frequência da troca das…Er…impressões (não, não digitais), digamos que qualquer dia a Eros parece a Cruela De Vil.
A sua presença (a do Puto) é uma realidade, mas daquelas que deixam um travo doce (hoje e como tomei os comprimidos, não me responsabilizo pelo que escrevi …) bem como um aroma exultante a bondade…
Puto: As melhoras!

(Dentro de momentos segue o registo do costume…)

(Eu? Bom, eu vou deixar os comprimidos (lol)).

SeeUArround

publicado por Pontog às 15:25
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